terça-feira, 31 de outubro de 2017

Saúde e Halloween


Não é possível festejar o Halloween sem bruxas, caveiras, fantasmas e abóboras. E sabiam que o Halloween também pode ser SAUDÁVEL?



A abóbora, fruto da aboboreira, planta da família das cucurbitáceas, possui vários tipos de carotenóides na polpa, pigmentos que lhe dão a cor alaranjada. O beta-caroteno é o carotenóide predominante e, é parcialmente convertido no nosso organismo em vitamina A. 
Além desta substância, protetora das nossas células, a abóbora também contém bioflavonóides, bloqueadores dos recetores de determinadas hormonas, que podem provocar cancro, e esteróides que são convertidos em vitamina D no organismo. Possui ferro, cálcio, magnésio, vitaminas B e C e um baixo teor energético, cada 100g fornecem apenas 9 Kcal.

Para podermos consumir abóboras de modo apetitoso e variado, a Direção-Geral de Saúde, através do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, lançou um pequeno livro de receitas online de receitas com abóbora. 


Fontes
https://www.dgs.pt/
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151029_origem_halloween_rb

terça-feira, 3 de outubro de 2017

4 de Outubro - Dia Mundial da Paralisia Cerebral


Após alguma ausência, relacionada com o fim de um ano letivo e início de outro, aqui estamos a retomar a atualização do nosso blogue, com assuntos relacionados com Saúde e Bem Estar, que pensamos poderem interessar a toda a comunidade educativa.

Começamos com a Paralisia Cerebral, cujo Dia Mundial se comemora na primeira 4ª feira de Outubro, ou seja, este ano comemora-se amanhã, dia 4 de Outubro.

A Paralisia Cerebral consiste num grupo de distúrbios permanentes do movimento, que surgem logo desde o início da infância. Apesar dos sinais e sintomas poderem variar, os mais frequentes incluem má coordenação motora, rigidez e fraqueza muscular. Muitos doentes apresentam problemas ao nível dos órgãos dos sentidos - visão, audição, fala, dificuldades de deglutição.

Alguns doentes, cerca de um terço, apresentam dificuldades cognitivas e convulsões epilépticas.

Todos estes sintomas tornam-se mais visíveis ao longo dos primeiros anos de vida mas, os problemas que estão na sua origem não se agravam com o tempo.

Esta paralisia pode ser parcialmente evitável através da vacinação da mãe* e de cuidados de segurança no sentido de evitar lesões cerebrais. Não existe cura mas, tratamentos de apoio que incluem fisioterapia, terapia da fala, medicação e cirurgia podem ajudar muitas pessoas com este problema. 

Em Portugal celebra-se também, a partir de 2013, o Dia Nacional da Paralisia Cerebral (20-10), data que pretende desmistificar preconceitos relacionados com a paralisia cerebral e mostrar à sociedade os problemas e desafios que sofrem as pessoas com paralisia cerebral e as suas famílias.


* vacina da mãe contra a meningite bacteriana (Haemophilus influenzae tipo b) e contra a rubéola.
Estas infeções são causas conhecidas de Paralisia Cerebral.

Fontes:
https://www.calendarr.com/portugal/dia-da-paralisia-cerebral/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Paralisia_cerebral


sábado, 1 de julho de 2017

Referencial de Educação para a Saúde


Lançado no passado dia 23 de junho o Referencial de Educação para a Saúde, pretende ser uma ferramenta educativa flexível, passível de ser utilizada e adaptada em função das opções e das realidades de cada contexto educativo.
Como documento de referência, orientador na promoção e educação para a saúde, contribui para o desenvolvimento integral das crianças e jovens, tornando-os mais aptos para uma cidadania ativa e responsável.




Anemia de células falciformes


No dia 19 de junho celebrou-se o Dia Mundial da Anemia Falciforme.  Este dia foi estabelecido a 22 de dezembro de 2008, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, que reconheceu  esta doença como "uma das principais doenças genéticas do mundo"

A  anemia das células falciformes  ou drepanocitose, é uma doença que afeta os glóbulos vermelhos do sangue.
Em condições normais, os glóbulos vermelhos são discos bicôncavos e têm como função essencial o transporte do oxigénio. 
Em caso de anemia falciforme, os glóbulos vermelhos apresentam uma forma de lua em quarto minguante ou de foice e, por isso, não conseguem transportar adequadamente o oxigénio, são menos deformáveis e tendem a obstruir os vasos sanguíneos, duram menos tempo e sua destruição prematura causa anemia, icterícia (olhos amarelos), palidez e crises dolorosas que requerem internamento hospitalar.


Trata-se de uma doença de transmissão hereditária causada por um gene autossómico recessivo, isto é, para uma criança ser afetada, ela tem que herdar o gene causador da doença dos dois progenitores. Quando apenas um dos pais transmite o gene, habitualmente não ocorrem sintomas, mas o indivíduo é portador, podendo transmitir o gene aos seus descendentes. 
Sintomas:

Os doentes apresentam os sintomas clássicos da anemia, como fadiga, astenia (falta de forças) e palidez. Há contudo outros sintomas exclusivos da drepanocitose, causados pelo aumento da viscosidade do sangue, como crises de dores musculares intensas, hemorragias, descolamento da retina, priapismo (condição médica geralmente dolorosa na qual o pénis permanece ereto, apesar da ausência de estimulação física e psicológica), acidente vascular cerebral, enfarte, insuficiência renal e pulmonar.

Os portadores da anemia falciforme são geralmente mais resistentes à malária do que as pessoas que não têm essa deficiência, daí a maior frequência do gene em África, Médio Oriente e Índia, na zona endémica da malária. Isso acontece porque o protozoário Plasmodium reproduz-se no interior dos glóbulos vermelhos humanos e os glóbulos danificados, em caso de anemia falciforme não permitem  esta reprodução.

Em 2013, cerca de 3,2 milhões de pessoas sofria de anemia falciforme, enquanto que mais de 43 milhões eram portadores. No mesmo ano esta anemia provocou 176 mil mortes.


Fontes:


https://pt.wikipedia.org

http://www.appdh.org.pt








terça-feira, 23 de maio de 2017

Semana Internacional da Tiróide - 19 a 26 de maio


A tiróide é uma glândula de secreção endócrina, isto é, produz hormonas que liberta na circulação sanguínea. Localiza-se no pescoço e é constituída por dois lobos, direito e esquerdo, unidos por uma porção central chamado istmo, apresentando uma forma semelhante a uma borboleta. 

As hormonas tiróideas são essenciais à vida e exercem vários efeitos a nível do metabolismo, crescimento e desenvolvimento do organismo. Contribuem para a regulação da temperatura corporal, da frequência cardíaca, funcionamento intestinal, controlo do peso, estados de humor entre outras funções. O sangue transporta-as a todas as células do corpo influenciando o seu metabolismo.
A tiróide, por sua vez, é controlada por duas hormonas produzidas noutros órgãos - a hipófise – glândula localizada na base do cérebro, que produz a TSH (hormona estimulante da tiróide)– e o hipotálamo – a porção do cérebro imediatamente acima da hipófise, que produz a TRH ( hormona que estimula a hipófise a produzir TSH).
Para o diagnóstico das doenças da tiróide são realizados exames ao sangue, que verificam o funcionamento da glândula e a ultrasonografia, para avaliação do tamanho e da presença de nódulos ou outras alterações. 
As doenças da tiróide atingem mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo. O diagnóstico tardio é um dos temas da campanha de sensibilização que decorre esta semana.
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-05-22-Semana-internacional-da-tiroide


Fontes: http://sicnoticias.sapo.pt

Higiene Oral - Rastreio

Realizou-se no dia 19 de maio, na Escola Secundária de Sacavém, a triagem da Higiene Oral aos alunos nascidos em 2003, feita pela Extensão de São João da Talha do ACES Loures Odivelas. 

Este procedimento insere-se no Programa Nacional da Saúde Oral o qual desenha uma estratégia global de intervenção assente na promoção da saúde, prevenção e tratamento das doenças orais, desenvolvendo-se ao longo do ciclo de vida e nos ambientes onde as crianças e jovens vivem e estudam.











Fontes: http://baudosvideoseducativos.blogspot.pt